Cartografia e Performance:
Entrecruzamentos corporais

Nome: Iure Santos de Souza
Tipo: Dissertação de mestrado acadêmico
Data de publicação: 29/08/2018
Orientador:

Nomeordem decrescente Papel
Gisele Girardi Orientador

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
Antônio Carlos Queiroz Do Ó Filho Examinador Interno
Gisele Girardi Orientador
Yiftah Peled Examinador Externo

Resumo: O modo como compreendemos o espaço é muito importante, pois ele influencia largamente na maneira como compreendemos o mundo, como compreendemos os outros, como nos relacionamos e como fazemos política. A Cartografia é uma poderosa linguagem tanto para buscar apreender o espaço quanto para representa-lo. Contudo, não existe representação neutra. Os mapas implicam imaginações espaciais que nos educam frente ao mundo, impondo valores, desejos, atitudes, políticas... se os mapas que lidamos reafirmam repetidos valores, seremos influenciados por eles. Por isso nos propusemos a pensar a Cartografia para além da representação, buscando transgredir esse tipo de educação. Estimulados por geógrafos pós-estruturalistas que lançam desafios para a Cartografia contemporânea, vislumbramos na arte da performance uma possibilidade de produzir mapas para além da representação, de modo que o próprio corpo do artista seja o produtor de mapas, estimulando compreensões e criações de mundos a partir da relação do público com a performance criada, a fim de que as imaginações espaciais resultantes dessas relações possam estimular um efetivo posicionamento político frente a um futuro que está sendo construído e portanto, alterado a cada instante por todos nós que ousamos viver e criar.

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